sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Serviço de Inteligência da Polícia Militar desvenda o assassinato da dona de casa chapadinhense, Ana Célia dos Santos.

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O serviço de inteligência da 4ª C.I. de Polícia Militar conseguiu desvendar o assassinato da dona de casa Ana Célia dos Santos, de 33 anos, ocorrido na manhã da última quarta-feira (24), nas proximidades do Povoado São João do Pilões. 



De acordo com a PM, o que levou a polícia a apontar o vendedor chapadinhense, Antonio Braz, como principal suspeito, foram as provas deixadas pelo acusado na cena do crime. O homicida foi abordado pelo serviço de inteligência, ontem (25), pela manhã, no velório da vítima.

Antonio Braz


Na delegacia, Antonio Braz de 41 anos de idade, confessou friamente como planejou o  assassinato, segundo o acusado, Ana Célia teria ligado para ele do povoado São João dos Pilões com o objetivo de trazê-la a Chapadinha, no caminho,  o vendedor armado com uma faca, achou que aquela seria a oportunidade ideal para colocar em prática o que vinha arquitetando. Foram desferidos contra a dona de casa, vários golpes  de faca, percebendo que a mulher ainda respirava, o homem  começou a batê-la com um pedaço de madeira até a morte.

 O assassino morava ao lado da vítima, na Rua da Pedreira, em Chapadinha. Segundo Antonio Braz, Ana Célia era casada quando a conheceu, os dois começaram um relacionamento extraconjugal e a vítima resolveu separar-se do marido para juntar-se com ele, idéia rejeitada pelo acusado. O casal manteve uma relação conturbada durante seis anos e chegaram, inclusive, a ter uma filha.

Ainda de acordo com Antonio Braz, o motivo do crime teria sido as constantes brigas entre o casal, uma vez que, o acusado não manifestava mais interesse pela vítima. Questionado pela nossa reportagem se estava arrependido, ele respondeu que sim e teme que a filha, hoje com dois anos e sete meses, não o perdoe futuramente, quando terminar de cumprir a pena.

De acordo com o delegado, Jairon Timbó, Antonio Braz, foi autuado em flagrante delito, pelo crime de homicídio duplamente qualificado, por motivo fútil e por impossibilidade de defesa da vítima. O caso será encaminhado à justiça de Buriti, que analisará as provas do crime e deverá manter o acusado preso. Em seguida deverá ser instruído e relatado inquérito policial que será novamente encaminhado ao juiz que posteriormente levará o acusado a júri popular.


Por: Fabrícia Bogéa
Imagens: Alexandre Cunha

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